Essas práticas criminosas "danificam a integridade da Fifa e a reputação dos organismos dirigentes do futebol", ressaltou a federação internacional, que se viu obrigada a tomar a iniciativa pelos escândalos sem precedentes durante o ano passado. "A maior ameaça vem agora mesmo dos criminosos que conspiram e conseguem algumas vezes manipular os encontros internacionais de futebol", prosseguiu a Fifa.
Com o objetivo de enfrentar essas práticas, vinculadas às apostas esportivas ilegais, a organização quer criar neste ano um sistema de alerta avançado que permita detectar com antecedência os riscos de fraude.
Neste ano, a organização deseja realizar investigações na Ásia, América e Oriente Médio. A Fifa quer uma anistia através de um programa de proteção para as fontes que revelem partidas fraudadas e um número de telefone dedicado exclusivamente a denunciar de maneira anônima estas partidas.
A entidade também tem a intenção de pôr em funcionamento uma iniciativa de reabilitação para os jogadores, funcionários e técnicos administrativos comprometidos com esse tipo de caso.