A Fifa prometeu "tolerância zero" depois da divulgação da suposta venda de votos para definir as sedes dos Mundiais de 2018 e 2022 e suspendeu provisoriamente dois membros de seu Comitê Executivo, o nigeriano Amos Adamu e o taitiano Reynald Temarii. O Comitê de Ética da Fifa informou na quinta-feira passada que também investiga acusações de que federações e comitês de candidatura teriam feito acordos na disputa pelas sedes das Copas de 2018 e 2022.
Fifa pede mais provas ao Sunday Times sobre suposto caso de corrupção
Dois membros do Comitê Executivo forma suspensos provisoriamente
A Fifa anunciou nesta segunda-feira que pediu ao jornal britânico Sunday Times mais provas sobre o escândalo a respeito da decisão da sede da Copa do Mundo de 2018, depois que a publicação informou que membros da entidade pediram dinheiro em troca do voto. "A Fifa pediu imediatamente para receber todos os documentos e as potenciais evidências que o jornal possui a respeito do caso, e analisará o material disponível", afirma a federação em um comunicado.
A Fifa prometeu "tolerância zero" depois da divulgação da suposta venda de votos para definir as sedes dos Mundiais de 2018 e 2022 e suspendeu provisoriamente dois membros de seu Comitê Executivo, o nigeriano Amos Adamu e o taitiano Reynald Temarii. O Comitê de Ética da Fifa informou na quinta-feira passada que também investiga acusações de que federações e comitês de candidatura teriam feito acordos na disputa pelas sedes das Copas de 2018 e 2022.
A Fifa prometeu "tolerância zero" depois da divulgação da suposta venda de votos para definir as sedes dos Mundiais de 2018 e 2022 e suspendeu provisoriamente dois membros de seu Comitê Executivo, o nigeriano Amos Adamu e o taitiano Reynald Temarii. O Comitê de Ética da Fifa informou na quinta-feira passada que também investiga acusações de que federações e comitês de candidatura teriam feito acordos na disputa pelas sedes das Copas de 2018 e 2022.