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Fifa quer arrecadar 1 bilhão de dólares na Copa do Mundo Feminina de 2031

Torneio será ampliado de 32 para 48 seleções para se igualar ao Mundial masculino de 2026

Infantino tem consolidado parcerias com líderes árabes e com o presidente dos EUA, Donald Trump
Infantino tem consolidado parcerias com líderes árabes e com o presidente dos EUA, Donald Trump Foto : Jim Watson / AFP / CP

Com a ampliação da Copa do Mundo Feminina de 32 para 48 seleções em 2031, a Fifa espera gerar US$ 1 bilhão (R$ 5,6 bilhões na cotação atual) em receitas com o torneio, que será disputado nos Estados Unidos, anunciou o presidente, Gianni Infantino, nesta quarta-feira, em Riad.

“Tivemos um crescimento importante, exponencial no futebol feminino”, destacou o dirigente. Assim como no Mundial masculino, que a partir de 2026 passará de 32 a 48 equipes e de 64 a 104 jogos, a Copa Feminina passou de 24 a 32 seleções na edição de 2023 e será ampliada a 48 a partir de 2031.

“Temos o objetivo de gerar US$ 1 bilhão somente com a realização do Mundial. Em seguida, reinvestiremos esse dinheiro no futebol feminino”, declarou Infantino. O presidente da Fifa confirmou as sedes das próximas três Copas Femininas: Brasil em 2027, Estados Unidos em 2031 e Reino Unido em 2035. Falta apenas a oficialização dessa última designação, que se dará no Congresso anual da Fifa.

Segundo a entidade, o Mundial de 2023, organizado em conjunto por Austrália e Nova Zelândia gerou US$ 570 milhões (R$ 3,2 bilhões) em receitas. Em comparação, só com a venda de direitos de transmissão da Copa do Mundo masculina de 2022, a Fifa arrecadou US$ 6,9 bilhões (R$ 38,7 bilhões), ou seja, 80% de todas as suas receitas no período entre 2019 e 2022.

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