O dirigente considerou "muito delicada" a situação nessa nação do norte da África após a tragédia que deixou um registro de 74 mortos durante um jogo de futebol em um estádio de Port Said. Blatter afirmou que no Egito há 60 milhões de pessoas que gostam de futebol e que o objetivo da Fifa "é proteger para que as situações não se repitam".
Ele lembrou que no Egito e em grande parte do mundo árabe existe um movimento político popular há mais de um ano e que esse fato teve repercussões trágicas na partida de quarta-feira passada em Port Said.