A diferença entre as equipes nas quatro primeiras rodadas da competição está no jogo de estreia: o Figueirense venceu e a Ponte Preta perdeu. A equipe catarinense passa a ocupar a nona colocação na classificação geral, com seis pontos, e o time de Campinas figura em 15.º, com três.
Tecnicamente fraco, o primeiro tempo foi marcado por raros momentos de lucidez das duas equipes. O Figueirense causou inconformismo de sua torcida com um futebol apático, sem produção de jogadas que pudessem empolgar. A Ponte Preta foi um pouco mais consistente. Teve maior volume de jogo e produziu mais chances que o mandante.
As duas mais importantes dos campeineiros aconteceram aos 18 minutos, quando o atacante André Luiz pegou um rebote, de cabeça, e jogou para fora. Aos 38, no vacilo da defesa catarinense, a Ponte Preta desperdiçou mais uma com Renê Júnior. Errando constantemente os passes, o Figueirense produziu sua melhor chance só aos 42, em cobrança de falta de Júlio César para fora.
O clube alvinegro catarinense iniciou o segundo tempo com duas alterações, sendo a principal a entrada do artilheiro Aloísio na vaga do meia Roni. Luiz Fernando também entrou para dar mais qualidade no passe no meio de campo. A estratégia deu certo, porém insuficiente para transformá-las em gols. O time proporcionou inúmeras chances nos primeiros 20 minutos da etapa final.
O atacante Aloísio protagonizou as melhores, sendo uma aos dois minutos com um chute cruzado, a segunda aos quatro, de cabeça, e a terceira aos 20 com uma estocada de perna direita, sempre com intervenções importantes do goleiro Edson Bastos. A Ponte Preta respondeu somente aos 27, quando o zagueiro João Paulo tirou em cima da linha a finalização do atacante André Luiz. Com um jogador a menos - Sandro foi expulso aos 29 minutos - o Figueirense abriu espaços para a Ponte Preta crescer em volume de jogo, porém ineficiente nas conclusões das jogadas diante do mandante conformado com o empate.