Amorim afirmou ao programa Vestiário da Rádio Guaíba que não vê problema na prisão, mas criticou a forma de atuação dos policiais militares. Segundo ele, os PMs se negaram a conceder as suas identificações. Ele classificou a operação como tendo resquícios da ditadura militar no Brasil. “Se a agrediram, pelo menos que se identifique os agressores”, afirmou o promotor.
Já o comandante do BOE, coronel João Diniz Prates Godói, não quis se pronunciar para não polemizar o assunto. Segundo ele, a jovem não foi agredida e o assunto cabe, agora, ao Juízado Especial Criminal (Jecrim) do Estádio Olímpico.