"O referido atleta, por conta e risco da agremiação, atuou estando suspenso. O atleta e o time não cumpriram a norma", disse o relator do processo, o auditor Miguel Cançado.
O Flamengo, por meio do advogado Michel Assef Filho, tentou argumentar que a lei é dúbia e apresentou três interpretações, alegando que o jogador estaria regular. Ele citou o código da Fifa, regulamento geral de competições e uma resolução da CBF. "Para se condenar um clube por escalação irregular, tem que haver certeza", argumentou ele.
O Fluminense, assim como no caso da Portuguesa, atuou como terceiro interessado. "O Fluminense não atua contra o Flamengo, mas pelo cumprimento do código. O jogo vale muito, porque esse processo, que está sendo depois da Portuguesa, caso o Fla seja condenado, seria ele o rebaixado. O Flamengo criou uma tese inteligente, mas acho que a norma foi feita dentro do Brasil para nos beneficiar e ela não criou dúvidas", disse o advogado do Flu, Mário Bittencourt.
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