O Corinthians venceu o Atlético-GO por 1 a 0, neste domingo, em Goiânia, e manteve-se invicto na liderança do Campeonato Brasileiro. O gol da partida foi marcado pelo atacante William, depois de grande passe do meia Danilo. O resultado também serviu de vingança para os corintianos, já que, no Brasileirão do ano passado, o Atlético havia vencido os dois confrontos contra a equipe paulista.
No Engenhão, o técnico Abel Braga tentou como pôde igualar o placar e terminou o jogo com quatro atacantes: Rafael Moura, Ciro, Rodriguinho e Matheus Carvalho. Mas faltava quem lhes passasse a bola em boa situação. O Fluminense teve duas boas chances. Rodriguinho chutou cruzado para fora aos 33 e Ciro desperdiçou sozinho de cabeça, aos 41. Ronaldinho mostrou pouco, assim como Thiago Neves, que ainda teve a qualidade de cruzar para o gol.
Em Goiás, o Atlético-GO criou várias chances de gol na segunda etapa, obrigando o goleiro Júlio César a fazer várias intervenções importantes. A equipe paulista teve o primeiro lance de grande perigo do jogo aos 5 minutos, quando o meia Alex recebeu a bola pela esquerda, na entrada da grande área, e chutou forte para o gol, obrigando o goleiro Márcio, do Atlético, a fazer grande defesa. No rebote, o volante Paulinho chutou a bola para fora.
Aos 15 minutos, o Atlético-GO exigiu firme defesa do goleiro Júlio César, depois de cobrança de falta do volante Bida. Um minuto depois, o atacante corintiano William chutou com perigo para o gol do Atlético-GO, mas a bola bateu na rede pelo lado de fora.
As equipes voltaram sem mudanças na escalação para o segundo tempo, mas o Corinthians mudou a postura do final do primeiro tempo, impondo um ritmo mais forte, com mais lances de ataque e grande apoio do bom número de torcedores alvinegros presentes no Serra Dourada. O Atlético diminuiu o ritmo e acabou sendo dominado aos poucos. Os paulistas chegaram ao gol aos 24 minutos. Depois de grande passe do meia Danilo, o atacante William marcou seu quarto gol na competição, tocando a bola para o fundo das redes na saída de Márcio, que nada pôde fazer.