O Emelec começou a partida de maneira bastante intensa. Logo nos primeiros minutos, a equipe chegou com bastante perigo ao gol de Diego Cavalieri. O meia Mondaini chegou a acertar a trave em um belo chute de fora da área. Durante os 10 primeiros minutos, o que se viu foi uma verdadeira "blitz" ofensiva do time equatoriano.
Enquanto isso, o Fluminense tentava se defender da melhor maneira possível. E, de certa forma, conseguia. Apesar da pressão dos donos da casa, o sistema defensivo estava seguro e poucas vezes o adversário conseguia chegar até o gol de Cavalieri. O que mais dificultava a vida do Tricolor era a dificuldade de manter a posse de bola. O Emelec conseguia isso. E aos 32 minutos, após uma boa troca de passes, Vera cruzou na área e Leandro Euzébio acabou marcando contra. Mas a reação foi rápida. Aos 43, Wágner acertou um belo chute de fora da área para deixar tudo igual.
Se o primeiro tempo foi bastante movimentado, o mesmo não deu para dizer sobre a etapa final. Primeiro porque logo nos primeiros minutos o jogo teve que ser paralisado em três oportunidades para atendimento a jogadores do Emelec. Além disso, as duas equipes voltaram em um ritmo mais lento. O Tricolor, inclusive, lembrou o estilo de jogo do ano passado, ao esperar o time equatoriano atacar para poder sair no contra-ataque.
Nos minutos finais, os equatorianos passaram a chegar cada vez com mais frequência. E, aos 42 minutos, o árbitro Wilmar Roldan marcou um pênalti a favor dos donos da casa. Gaibor, que acabara de entrar, cobrou sem chances para Cavalieri e definiu o 2 a 1 para explodir as arquibancadas em festa.