Mais detalhes de como o Fluminense planeja utilizar o Maracanã são mantidos em sigilo, mas alguns elementos são considerados importantes, sobretudo pelo ponto de vista mercadológico. O objetivo é implantar uma loja oficial do clube dentro do estádio, além de um espaço destinado aos tricolores. Outro ponto que ainda será discutido será a localização da torcida nas arquibancadas e o comportamento na arena, com a utilização de instrumentos.
De qualquer forma, são três as questões vistas como fundamentais para o Tricolor assinar o contrato: a garantia de que o Fluminense não terá prejuízo durante a gestão do estádio; a certeza de uma receita consistente com as vendas de bilheteria e a possibilidade de desenvolver com liberdade ações de marketing com os torcedores.
As negociações do Fluminense com o consórcio, formado por Odebrecht, IMX e AEG, têm sindo conduzidas principalmente pelo presidente do clube, Peter Siemsen, com o auxílio do gerente de Arenas, Carlos Eduardo Moura. O que existe hoje é uma demonstração de intenções das partes.