A maior parte do primeiro tempo foi tão ruim que o árbitro não quis nem dar acréscimo. Foram 30 minutos de absoluto vácuo de emoções na partida. Times que não se acertaram na frente, preocuparam-se mais em se defender do que acertar jogadas no ataque. Uma sessão de erros, o que transformou o jogo em uma chatice.
Mesmo desorganizado, o Goiás foi o primeiro a tomar a iniciativa de impedir que os torcedores caíssem no sono. David, em jogada individual, teve uma chance de ouro, mas Bruno fechou muito bem o ângulo.
A defesa fez o Criciúma acordar. O Tigre construiu duas boas ocasiões, que culminaram em finalizações perigosas de Bruno Lopes - uma delas de cabeça, que iria no ângulo, foi espalmada por Renan.
No segundo tempo, o cenário de um futebol tenebroso voltou a se repetir. A diferença que a falta de inspiração demorou mais para ir embora. Até porque o Criciúma voltou mais recuado.
Na única jogada bem articulada da etapa final, já aos 36 minutos, Wellington Júnior matou lançamento de Tiago Real no peito e, quase de bicicleta, deixou Amaral livre. Aí não teve como perder, e o Goiás conseguiu o gol da vitória.