Rodolfo foi condenado pelos cinco auditores que avaliaram o caso. O goleiro recebeu a pena máxima para este tipo de doping. Após a revelação do resultado positivo do exame antidoping, o jogador declarou ser dependente químico. Em seguida, o Atlético-PR decidiu interná-lo em uma clínica de reabilitação. O advogado Domingos Moro avisou que o clube vai recorrer da punição.
"Já havia avisado ao Rodolfo que provavelmente a pena seria essa. Vou pedir ao tribunal uma redução de pena com uma medida social. Precisamos de no mínimo seis meses, mas podemos pensar em um período maior, ele só não pode ficar dois anos sem jogar, pois precisamos recuperar o atleta e principalmente o ser humano", disse.