• Desfalcado, Grêmio começa busca por vaga na final
“Conta, é importante. Camisa, torcida, ambiente, momento, atleta. Tudo isso é importante. O Grêmio sempre chega. Eu, dirigindo o Atlético, quase fomos para a semifinal, em 2011. A gente acabou empatando no finalzinho. Foi 2 a 2 e depois 1 a 1 e o Vasco passou. Podíamos ter ido para a final, vinha o Avaí depois. Atlético está em um momento bom”, analisa.
No confronto de 96 entre os dois clubes, o zagueiro viveu uma noite de artilheiro no estádio Olímpico. Marcou os três gols da vitória de 3 a 0 que classificou o Grêmio para as quartas de final da competição.
“Fiz quatro gols, não três. O árbitro pernambucano, o Wilson de Souza Mendoça, mandou voltar um. Bati quatro vezes no Ricardo Pinto. Sempre tive o carinho pelo Atlético, estávamos vivendo um bom momento do Grêmio. Foi uma satisfação ter feito os gols, contribuído para a vitória. Era à noite, o técnico do Atlético era o Leão. Tenho respeito pelos dois, gosto dos dois clubes”, comenta.
Adilsonviveu o que classifica como "dois anos que parecem 200" no Grêmio. Para o jogo desta noite, ele não aponta favorito e afirma que não torcerá para ninguém. “Gosto dos dois clubes”, diz.
“Pelo Grêmio, o Renato mudou. Mexeu o que o Vanderlei estava trabalhando. Pegou no meio do campeonato, fez variações, wncontrou sua formação e está um time forte. Competitivo, com jogadores que trabalhei, Kleber, Elano", disse. "Já o Mancini tem um time rápido. Está bem no Brasileirão e na Copa do Brasil”, completou.