O brasileiros a temem. Os argentinos também. A altitude, no entanto, não gera reclamações apenas nos estrangeiros. As equipes ao nível do mar no Equador, como as de Guayaquil, sofrem com os efeitos quando atuam acima dos 2 mil metros em Quito, palco da partida do Grêmio contra a LDU na próxima quarta, às 21h45min, pela Libertadores. O campeonato local é dominado por times que estão na altitude. Em média, costumam ocupar 75% das vagas.
Neste ano, Barcelona, Emelec e River, de Guayaquil, Delfín, de Manta, e Fuerza Amarilla, de Machalla, são uma exceção. O desempenho diante de times como LDU, El Nacional e Independiente del Valle, entre outros, não é nada animador. Na atual edição, o aproveitamento do quinteto acima dos 2 mil metros é de apenas 33,3% em 13 jogos. Somente os grandes como Emelec, com três vitórias em três rodadas, e Barcelona, com uma vitória e um empate em quatro partidas, conseguiram pontuar.
Na temporada passada, o quadro não era diferente. O trio de Guayaquil — já que os outros dois estavam na segunda divisão — conquistou 37% dos pontos. Foram somente 15 vitórias em 53 confrontos. A queixa maior é quando os jogos são marcados para as 12h, onde as dificuldades ficam mais acentuadas.
Altitude de Quito preocupa até os equatorianos
Grêmio encara a LDU acima dos 2 mil metros na próxima quarta