“Estou feliz de vestir a camisa do Grêmio, uma equipe grande. Qualquer jogador que tem dez ou onze anos vendo a avalanche, o estádio lotado, pensa em um dia fazer um gol e ver aquela galera descendo”, disse. Apesar da vontade do lateral, a avalanche não está permitida desde os incidentes na partida contra a LDU pela Libertadores.
Nascido em Fortaleza, no Ceará, Wendell, de 20 anos, iniciou a carreira no futebol do Paraná passou por Iraty, Paraná Clube e Londrina, onde foi destaque no Campeonato Paranaense deste ano. Apesar do bom desempenho na estreia, ele não está confirmado na partida diante do Atlético-MG, no próximo domingo, na Arena. Se o titular Alex Telles se recuperar das dores musculares que o tiraram da viagem para o Recife, volta ao time.
“Tenho que respeitar o Alex, que vem jogando e muito bem. Eu tenho que estar preparado para esperar as oportunidades e aproveitar quando elas chegarem. Agradeço a confiança do Renato, que já tinha trabalhando isso comigo, a todos os jogadores experientes que vinham me ajudando, como o Pará, com quem converso bastante, considero ele e o Kleber como meus pais aqui”, declarou Wendell, que revelou ainda estar se acostumando a dar entrevistas.
“A gente se prepara para as entrevistas. Liguei para minha família agora no vestiário, eles dão confiança e força e ficamos sempre longe. Da entrevista, vou indo, vocês me perguntando e eu respondendo, vai dando um frio na barriga, mas vamos acostumando. A gente vai aprendendo com os experientes, com o Renato que fala bem. O João Paulo e o Vitor (assessores) também nos ajudam bastante”, afirmou.