Ambos eram “compadres”. Mas a relação ficou estremecida depois que Luxemburgo respondeu, pela imprensa, às críticas feitas por Zico à gestão anterior do clube. O maior ídolo da história do clube deixou a diretoria após ser acusado de querer tirar proveito do Flamengo com o CFZ.
“Tive o privilégio de ter a amizade do Zico, desde os tempos de infância. Considero-o como um irmão, tanto é que o escolhi para ser padrinho de minha primeira filha, Waleska. Na última passagem pelo Flamengo, houve uma divergência de opinião, mas na minha cabeça e no meu coração, em nada mudou ou abalou nossa amizade. Zico (Cumpadre), tenha certeza que irei morrer te admirando e respeitando. Parabéns pelos 60 anos e seja bem-vindo a esse novo ‘Clube’”, escreveu Luxemburgo neste domingo.
Um dos pivôs da crise dentro do Flamengo à época, entre a diretoria, foi o meia-atacante Rafinha, que hoje é destaque no Campeonato Carioca no time comandado por Dorival Júnior. Durante a semana, Zico deu entrevistas na imprensa gaúcha e afirmou que ainda não tem a mesma relação que antes do episódio com Luxemburgo.