"Eu não posso reclamar uma palavrinha sequer dos dois atletas (Elano e Zé Roberto). Às vezes uma sobrecarga de jogos, aí nem o melhor jogador do mundo fisicamente aguenta", salienta Mello. O alto número de compromissos, aliado à participação do meia, é visto como o grande vilão pelo preparador físico. "Na Espanha, tirando Barcelona e Real Madrid, se joga 48 partidas no ano. No Brasil são 80. O problema é a sequência. O Elano é um jogador que centraliza as ações. Pela função, o campo de jogo é muito grande. Começa na intermediária defensiva e termina lá na grande área. Não é só ele, o Fernando, o Elano e o Zé Roberto sofrem também", completa.
Até agora, o Grêmio já disputou 33 jogos na temporada e tem no mínimo mais 35. Para julho, o calendário é aliviado com partidas apenas nos finais de semana. No restante do ano, porém, o cronograma gremista volta a ser apertado com dois compromissos por semana.