As vitórias – que voltaram a ocorrer também fora dos domínios gremistas – são méritos de dois profissionais, segundo Pelaipe: “Graças ao trabalho do Celso Roth e do professor Paulo Paixão”, destacou o dirigente, no programa Cadeira Cativa. “Estamos dando condições para que eles trabalhem”, continuou.
E ao que parece essas condições permitem o Grêmio a voltar a mandar em seus domínios. Apesar de ter somente uma derrota no Olímpico em 12 partidas no Brasileirão – para o Corinthians, na estreia – até um mês atrás, quando Roth voltou, as coisas não estavam lá muito fáceis. Foram dois empates consecutivos contra candidatos ao rebaixamento: América-MG e Atlético-MG. Quando esses jogos terminaram, ouviram-se vaias e houve tensão na saída.
Com o técnico Celso Roth o panorama no Olímpico mudou: quatro jogos e quatro vitórias até agora. O ataque – que chegou a ser o pior do Brasileirão duas rodadas atrás – voltou a dar resposta: nove gols marcados ante apenas dois sofridos. No entanto, Pelaipe ressalta que ainda há muito a ser feito: “Não ganhamos nada, apenas saímos de uma posição de dificuldade e realmente a solidificar a equipe”.
Jogos do Grêmio no Olímpico com Roth
Grêmio 2 x 1 Fluminense
Grêmio 2 x 1 Inter
Grêmio 4 x 0 Atlético-PR
Grêmio 1 x 0 São Paulo



