“A gente vendeu 5 mil ingressos só durante o dia do jogo. Cada pessoa leva um bom tempo para escolher o local e tem a questão do troco também. Isso tudo dá uns quatro minutos por pessoa, o que complica quando tem 5 mil”, comentou. “A gente tem trabalhado para arrumar esse processo e melhorar o atendimento”, acrescentou.
Questionado se num jogo de Libertadores, o tempo de espera deverá aumentar, Machado disse que a única partida em que se comercializaram ingressos no dia da partida foi contra o Lajeadense. Aliás, foi o primeiro jogo da Arena no Gauchão. “No jogo da Libertadores, a gente não vendeu ingresso na hora do jogo. A gente teve só a troca. Mas não recebei a informação de que caiu o sistema, o que houve foi um acúmulo”, analisou.
Assessor de futebol do Grêmio, Marcos Chitolina criticou à administração da Arena pelo problemas com os torcedores e disse que faltou água quente nos vestiários. “Soube que teve esses problemas de acesso. Acho inadmissível que um torcedor vá embora sem entrar no espaço do seu clube. Os jogadores também estavam reclamando que não havia água quente no vestiário e me relaram um problema com esgoto”, contou.