Será possível também adquirir seis ingressos por CPF, ao contrário de dois, como foi contra o Lajeadense, e a impressão dos bilhetes será mais rápida. Todas medidas são para evitar as filas de torcedores que forem comprar os ingressos na hora do jogo.
Impasse perto do fim
Ainda não foi desta vez. No entanto, uma solução para o espaço da arquibancada não deve passar de hoje, na reunião marcada para o início da tarde, na sede do Ministério Público. O Corpo de Bombeiros analisa a opção da instalação dos gradis. Caso aprovada, é provável que o setor fique liberado para a partida contra o Fluminense, no dia 10 de abril.
O encontro de ontem foi tenso. As divergências redundaram até na saída antecipada do representante gremista, Nestor Hein, integrante do Conselho de Administração. O dirigente estava indignado. "O Grêmio não concorda é que a cada reunião venham representantes diferentes e com exigências que não constavam anteriormente. Ou seja, eles estão batendo cabeça, não se coordenam entre si e criam esse fiasco que nós acabamos de assistir", ressaltou.
Os integrantes do Ministério Público presentes no encontro concordaram com as alegações do Grêmio e da Arena Porto-Alegrense para que o espaço seja mantido com torcedores em pé. "Surgiu um argumento que as cadeiras podem ser uma arma e o MP acha pertinente. Talvez seja mais seguro um espaço menor sem cadeiras", ressaltou Sbardellotto.
Além disso, foi apontado que aquele setor poderia ser considerado um estádio à parte. Com capacidade para 8 mil espectadores, estaria dentro das normas técnicas que citam a necessidade de assentos para estádio que abriguem mais de 15 mil torcedores.