A forte marcação inclusive com entradas violentas de alguns jogadores do Godoy Cruz chamou atenção no jogo de ida das oitavas de final da Libertadores na última terça-feira em Mendoza. Para o jovem volante Arthur, de 21 anos, porém, a resistência às chegadas mais fortes do time argentino mostrou que o Grêmio está pronto para encarar os desafios da competição continental.
“Todos nós sabemos que na Libertadores os jogos sempre são difíceis. Jogar contra argentinos e uruguaios são partidas muito pegadas. A característica deles é de sempre brigar, mas também é do Grêmio. Está no sangue de todo gremista, de sempre lutar, ter raça. Desde que cheguei ao Grêmio sempre me cobraram e falaram sobre ter raça. Nesse nosso time não falta raça nem comprometimento”, avaliou o volante.
Além da raça do elenco, Arthur elogiou a qualidade do grupo montado pela direção do Grêmio. Ele, que ganhou a posição do capitão Maicon, destacou a boa respostada dada pelos jogadores que saem do banco nas partidas.
“A gente tem um grupo muito forte. Todos os jogadores têm qualidade. A comissão e a diretoria falaram no começo do ano que trariam peças para dar qualidade ao grupo do Grêmio. Os jogadores que entram no decorrer das partidas sempre fazem a diferença. Isso é importante porque dá aquele 'up' que a gente precisa”, disse.
Arthur é peça confirmada na equipe do Grêmio que irá enfrentar o Avaí no próximo domingo, às 16h, na Arena. A tendência é de que o técnico Renato Portaluppi repita pelo menos os 10 de linha da vitória sobre o Godoy Cruz. O goleiro Marcelo Grohe, que sofreu um corte na perna na Argentina, não deve jogar no final de semana.
Arthur vê jogo “pegado” como natural na Libertadores e elogia raça do Grêmio
Volante disse que equipe mostrou estar pronto para desafios fora de casa