Nessa quinta-feira, Assis, Ronaldinho e Adriano Galliani concederam uma entrevista coletiva no Rio de Janeiro, no hotel Copacabana Palace. Na oportunidade, o meia-atacante não deu indícios de que poderia voltar a vestir a camiseta do Grêmio. Deu declarações políticas sobre o Tricolor, Flamengo e Palmeiras, concorrentes na sua contratação. Assis afirmou que o destino do irmão deveria ser definido até quarta-feira da semana que vem.
Apesar do despiste, a chegada do meia-atacante estava prevista ocorrer para esta sexta-feira. O Grêmio estava pronto para anunciá-lo e chegou a reservar equipamentos de som para uma possível apresentação. A Empresa de Transporte e Circulação (EPTC) e a Brigada Militar ficaram de sobreaviso para a chegada de Ronaldinho a Porto Alegre. De acordo com a assessoria de imprensa da EPTC, nessa quinta-feira a diretoria gremista fez uma solicitação para que bloqueios fossem colocados nas vias próximas ao Olímpico.
O tenente Emanuel Saraiva, que pertence ao 1º Batalhão de Polícia Militar, afirmou que o Batalhão de Operações Especiais (BOE) teria destacado de 27 a 30 homens para "um evento" relacionado ao Grêmio. Apesar disso, o comandante do BOE, coronel Silanus Mello, não confirma a informação. "Existem 101 tropas que ficam preparadas durante 24 horas do dia. Estamos prontos para uma eventualidade, mas em relação à chegada do Ronaldinho não recebemos nada", disse.