Os lados acercaram-se da ideia nos últimos encontros entre Fábio Koff e Carlos Eduardo Paes Barreto, superintendente de Arenas da OAS. A venda chegou a ser aventada por alguns dirigentes gremistas no início do ano passado, porém cresceu mesmo a partir de janeiro. Antes relutante, a empreiteira agora vê com bons olhos a opção de repassar a administração do estádio para o clube. A Arena Porto-Alegrense teve um prejuízo superior a R$ 40 milhões na sua primeira temporada.
"Houve uma aproximação para a compra", confirma um dirigente. A negociação, porém, promete ser muito longa. Não existe chance de terminar ainda em 2014. A tarefa de Grêmio e OAS, agora, é encontrar um denominador comum quanto ao valor e à forma de pagamento. Tratativas que começarão a partir de segunda-feira após a assinatura das mudanças contratuais.
Até a compra efetiva, o Grêmio comemora as alterações no vínculo que alivia um pouco a sua situação financeira. Um economia que ao longo dos 20 anos, caso a parceria seguisse até o fim, custaria entre R$ 250 milhões e R$ 315 milhões.