"Acho que o único jogo que fui realmente bem foi contra o Juventude, lá em Caxias do Sul, pelo Campeonato Gaúcho", reconhece. A explicação pode ser até simples. Acostumado a ser primeiro volante com o Brasil, ele quase nunca desempenhou esta função no Grêmio. Chegou até a ser considerado meia pelo técnico Silas, no ano passado.
"Quem joga futebol sabe que a posição é muito importante para o jogador. Não tive também uma sequência de jogos. Espero agora receber mais chances na minha função. Sei que tem muita gente na minha frente, mas aos poucos vou cavando o meu espaço", acrescenta o volante.
Fernando vive a euforia da conquista do sábado passado e, segundo ele, a ficha ainda não caiu. O atleta acompanhou da Colômbia o momento turbulento que passou o Grêmio. "Saí do clube e já passaram dois técnicos por lá", comentava com os companheiros de Seleção Brasileira.
Caso seja a opção de Celso Roth para a vaga de Adilson, suspenso, terá entre as incumbências a marcação em cima de Oscar, colega no título do Sub-20. A fórmula para parar o meia colorado já está pronta. "Ele está vivendo uma fase muito boa. Tem que vigiar de perto. É um jogador inteligente, que joga com a cabeça erguida. Não pode dar espaços", elogia.
Outro retorno muito aguardado é o de Mário Fernandes. Considerado o melhor zagueiro do elenco, o atleta ainda está na parte final de fisioterapia. Nessa segunda-feira, fez o trabalho com bola ao lado de Rodolfo. As entradas de Edcarlos e Julio Cesar são outras duas possibilidades de alteração no sistema defensivo.

