Carlos Alberto, que saiu do Vasco após discussão com o presidente do clube Roberto Dinamite, foi rápido em minimizar a sua reputação. "Sobre a fama de bad boy, vocês vão me conhecer no dia a dia. Eu jogo brigando, lutando, e no futebol às vezes somos mal interpretados por ter opinião", destacou. "Sempre tive opinião e personaldiade, procuro respeitar a todos, mas não vejo por que mudar isso."
O argentino Escudero, por sua vez, garantiu que pode atuar no ataque do Grêmio com naturalidade, apesar de sua origem no meio. "Mê sinto cômodo como segundo atacante, gosto de jogar na posição", salientou. "Tenho a possibilidade de vir para um grande clube e pretendo aproveitar."
"Não tenho preferência por posição e posso jogar, a questão não é essa, a questão é a disposição dos atletas", emendou Carlos Alberto. "Acho que vai ser uma disputa de muita qualidade, é bom ter jogadores de grande nível no elenco, isso aumenta a qualidade do grupo."
Carioca e argentino concordaram imediatamente quanto aos grandes atrativos de representar o Grêmio: a estrutura do clube e a Copa Libertadores. "Motiva muito, já havia jogado a Libertadores e é uma experiência incrível", frisou Escudero, que foi o grande nome da vitória de 3 a 0 do Velez Sarsfield sobre o Inter em 2007, marcando duas vezes. "Todos os argentinos se adaptaram muito rápido aqui, é um clube parecido com os argentinos e espero encaixar muito rápido também."
"É uma satisfação jogar essa competição. É o único título que me falta. Consegui fazer o caminho do Mundial pela Europa, e espero conseguir fazer por aqui também", reforçou Carlos Alberto. "Cheguei cheio de expectativas, tracei minhas perspectivas para este ano e fiquei muito impressionado, quando cheguei, com a infraestrutura do clube."