Durante coletiva, após os treinos, Carlos Alberto mostrou certa irritação com os repórteres ao responder sobre os supostos problemas que teria apresentado no vestiário. Ele negou a briga com o técnico Renato Portaluppi e qualquer discussão com o presidente Paulo Odone.
O meia explicou que, após a partida contra o Veranópolis, não tirou satisfação sobre o pênalti que não pode cobrar por ordem de Renato. Ele contou que foi chamado para o antidoping e sequer poderia voltar para o vestiário para discutir com alguém. Sobre problemas de relacionamento com seus companheiros de time, ele também afirmou ter um convívio excelente e negou qualquer rusga com o zagueiro Vilson, que também teria sido levantada pela imprensa. "É um absurdo que um profissional fale uma coisa dessas. Não dá para você criar situações aonde existem fatos. Essas pessoas vão ter que responder judicialmente", protestou.
"Estou de corpo e alma no Tricolor", destacou Carlos Alberto, ao garantir que todos os seus problemas foram solucionados. Ele salientou seu descontentamento pelo modo como seu período afastado do time foi tratado. "Esquecem que tenho família, que tenho um filho", frisou. O meia, contudo, não quis comentar qualquer aspecto de sua passagem pelo Rio, apenas disse que fez alguns exercícios para não perder tanto ritmo e que "vai chegar um dia em que vou contar a minha história de vida e essas pessoas que fizeram chacota vão se arrepender"..