Neste ano, o Tricolor atuou nove jogos como mandante no Brasileirão. O primeiro deles, contra o Náutico, foi no Alfredo Jaconi, por punição pendente do último campeonato. Até agora, levou, como média, 21.360 pessoas aos seus jogos. No ano passado, no primeiro turno, a média era de 18,9 mil pessoas. Se contarmos apenas os confrontos dentro do novo estádio, o Grêmio tem média de 22.846 presentes. Ou seja, quatro mil pessoas a mais do que no último ano.
"Na Arena, o torcedor consegue jogar mais junto e sentimos isso dentro do campo. Tem mais barulho, é mais abafado que no Olímpico. Com certeza que com casa cheia e o torcedor nos empurrando, a gente pode conseguir uma vitória para o torcedor também", comentou o atacante Kleber.
O maior público até o momento foi o Gre-Nal, com 37.434 pessoas. A vitória sobre a Ponte Preta, no último final de semana, teve 25.537 presentes. O retrospecto é bom: apenas uma derrota em casa, para o Coritiba. Curiosamente, com o menor público na Arena até o momento, 14.876 pessoas. A nova Arena e o conforto aos gremistas atraiu o público para os jogos. E ainda pode ajudar em partidas mais difíceis.
"A presença do nosso torcedor é fundamental. Como foi ano passado no Olímpico. Tinhamos dificuldade e no apoio da torcida, e no abafa, o time ia junto com o apoio. Lembro de jogos com Fluminense e São Paulo. Foi neste estilo. O torcedor ajuda e a gente vem com uma sequência que é boa, não podemos esquecer do que a gente vinha fazendo mesmo com a derrota para o Goiás", avisou o camisa 30 gremista.
A Arena foi o primeiro da leva de novos estádios do Brasil a entrar em funcionamento. Após uma série de renegociações entre Grêmio e OAS, parece que os gremistas de fato abraçaram a nova casa. A alma tão pedida pelo ex-técnico Vanderlei Luxemburgo, que chegou a chamar o local de um "teatro frio", está de volta.