Grêmio

Com G6, Renato diz que vaga na Libertadores virou obrigação

Treinador do Grêmio não fugiu da responsabilidade de ficar entre os seis primeiros do Brasileirão

Renato admitiu obrigação de classificar para a Libertadores
Renato admitiu obrigação de classificar para a Libertadores Foto : Felipe Nabinger / Rádio Guaíba / Especial / CP
A mudança da Conmebol que deu mais duas vagas para o Brasil na Copa Libertadores animou o Grêmio nesta reta final do Campeonato Brasileiro. Agora, os seis primeiros da competição irão para o torneio sul-americano. Em sua primeira conversa com os repórteres após a novidade, o técnico Renato Portaluppi admitiu que a mudança de G4 para G6 deixa o Tricolor com a obrigação de classificar para a competição continental.

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“Agora mais do que nunca nós temos que buscar esse G6. Abriram mais possibilidades para os clubes e o Grêmio está a dois pontos do sexto colocado. Se torna quase que obrigação o Grêmio conseguir uma vaga na Libertadores, por Brasileirão ou Copa do Brasil”, afirmou.

O primeiro passo para buscar essa vaga é um resultado positivo diante do Vitória nesta quarta-feira, às 19h30min, em Salvador. Para o triunfo, Renato pede que o time tenha a malandragem que faltou na derrota para o Cruzeiro no sábado.

“Mais atenção. No momento em que as oportunidades aparecerem temos de fazer gols. Dessa forma fomos derrotados pelo Cruzeiro. Nós tivemos três chances claras no começo do jogo. Se tivéssemos feito os gols, o jogo seria diferente. E o time tem que ser malandro. Nós não fomos e, por isso, tomamos o gol. Você tem que estar atento os 90 minutos, não adianta ficar só 80. Ficamos desatentos em um lance e sofremos o gol do Cruzeiro”, seguiu.

Não aceitar a marcação

Para a partida contra o Vitória, Renato não poderá contar com Luan, suspenso. Seu substituto será Henrique Almeida. Questionado sobre a orientação que deu para o atacante no treino desta terça, o treinador gremista afirmou que pediu muita movimentação não apenas para Henrique Almeida, mas pra todos os homens de frente.

“Não só com o Henrique, com os outros atacantes também conversei. Falei que eles não podem aceitar a marcação do adversário. Eles precisam se movimentar, buscar a bola a 10 ou 15 metros da área também para abrir espaços para os companheiros entrarem na área. Se você ficar parado lá na frente facilita muito a marcação do adversário”, concluiu.

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