“Foi possível esclarecer tudo sobre o aditivo. A aprovação permite ao Grêmio aumentar o financiamento com o BNDES. A construção da subestação vai trazer uma economia de R$ 170 mil mensais em energia”, enfatizou o presidente Paulo Odone.
A aprovação, porém, não foi nada fácil. De acordo com o membro do Conselho de Sócios da Grêmio Empreendimentos Jorge Bastos, o clube precisaria fazer um financiamento nos moldes antigo para tocar a obra, caso não votasse a favor da alteração no projeto. O discurso soou como uma forma de pressão da OAS para muitos conselheiros. O tom da apresentação dos portugueses, por sinal, foi de que as obras iriam parar sem essa aprovação.
Outro conselheiro, Rodrigo Karan garantiu que não havia riscos dos trabalhos serem suspensos, mesmo que o aditivo fosse recusado. Ele acrescentou que o aumento dos gastos será de R$ 65 milhões, mas que os benefícios seriam muito superiores para o clube do que o dinheiro investido.
"A gente está tratando de um aditivo para trazer benefícios para o clube e à Arena. Senão, o projeto toca como foi contratado", garantiu Karan. "Tudo nos dá respaldo de que, o Centro de Treinamento, as 4 mil cadeiras e a subestação elétrica são benefícios ao clube. Esse aumento é bem inferior às melhorias", definiu.
