"Eu encaro isso como o resgate do orgulho da torcida. O torcedor vai vestir novamente a camisa orgulhoso. Nós procuramos fazer o melhor dentro das possibilidades, dentro daquilo que tínhamos de recursos financeiros. Disputamos jogadores com grandes clubes, lutamos e conseguimos, e o torcedor sentiu este orgulho de o Grêmio partir para o mercado, partir para contratações importantes", avalia o dirigente.
Pelaipe quer que 2012 seja um ano "totalmente diferente" do de 2011 que, para ele, deve ser esquecido da história do Grêmio. O diretor executivo quer que o clube se despeça do Estádio Olímpico com título. "Vai ser um ano importante, é o último ano do Estádio Olímpico, o primeiro da Arena Tricolor. Encerrar um ciclo com vitórias, com títulos, para iniciar o outro ciclo também vitorioso."
O dirigente ressaltou que o clube também contratou jogadores menos conhecidos, como Marco Antônio (ex-Portuguesa) e Léo Gago (ex-Coritiba), e está apostando no zagueiro Sorondo, que tem longo histórico de lesões e praticamente não jogou em 2011. "Apostamos também que o Sorondo, que jogou na Inter de Milão e no Sporting Defensor, tenha um ano de 2012 sem lesões. Fizemos um contrato de risco", comenta Pelaipe, sem citar que o atleta defendeu o rival Internacional nas últimas quatro temporadas.