O coordenador das categorias de base do Grêmio, Junior Chavare, comentou os desafios e a confiança que o departamento teve para buscar e lapidar o craque Luan. Destaques do setor ofensivo, ele foi uma aposta forte entre os juvenis desde o princípio.
Luan entrou na mira do Tricolor em 2013, quando pertencia ao Tanabi, mas foi emprestado ao América do Rio Preto. Foi neste time que suas exibições levaram o Grêmio a definir a contratação. "Vi um jogo do Luan em São Paulo e me falaram que tinha um jogador em relevância", lembrou Chavare. "Depois assistimos a Copa São Paulo de qualidade que o Luan fez", comentou, referindo-se aos seis gols marcados, dois deles no empate em 2 a 2 que eliminou o Flamengo daquela competição.
Depois da contratação, contudo, uma forte adaptação foi necessária, de acordo com o coordenador. "Quando Luan chegou, tinha valências muito defasadas. Tentamos lapidar ele", explicou Chavare. "Fizemos um trabalho por seis meses e ele começou a jogar só em agosto, queríamos garanti-lo para o Brasileiro da categoria."
Em seguida, veio a lesão do centroavante Kleber e as deficiências do plantel levaram à promoção do garoto da base à equipe principal. Foi um salto complicado. "Esses seis meses de lapidação foram muito difíceis", apontou Chavare.
Coordenador da base do Grêmio lembra dos desafios de trazer e "lapidar" Luan
Junior Chavare salientou aposta forte após Copa São Paulo e transição complicada para titulares