A novela sobre a permanência de Maxi López no Grêmio parece não ter fim. A reunião marcada para o início da tarde desta segunda-feira foi cancelada e ficou para terça. A mudança aconteceu porque os dirigentes do Tricolor não estão em Porto Alegre e o jogador e o seu empresário, Dario Bombini, não conseguiram vir à Capital. Mas o clube já depositou em juízo 1,5 milhão de euros (cerca de R$ 2,6 milhões de reais) ao FC Moscou, que detinha os direitos federativos do argentino.
O presidente Duda Kroeff está nos Estados Unidos e só retorna no início de janeiro e o vice de futebol Luiz Onofre Meira está em Jurerê Internacional, em Santa Catarina. Já o atleta ficou em Buenos Aires e Bombini está envolvido com a situação do volante Diego Buonanotte, que sofreu um grave acidente na noite de sábado, de quem também é empresário.
Um dos procuradores do argentino no Brasil, Fernando Otto, disse em entrevista à Rádio Guaíba no domingo, que o clube gaúcho tem condições de persuadir o jogador a permanecer no Brasil. A declaração causa surpresa, porque mostra que o atleta pensa em aceitar a proposta da Lazio e voltar ao futebol italiano.
"Não falei com o Maxi nesses dias, porque ele está festejando com a família. Mas ele está refletindo neste final de semana e ele vai expor a sua decisão à direção do Grêmio. Com certeza, o clube gaúcho vai ter ideias e tentará persuadir o atacante a permanecer no Olímpico. Ele teve muito sucesso aqui, voltou a ser ídolo no futebol e a ser o mesmo jogador de sete anos atrás. É difícil afirmar se ele fica ou não, só a reunião desta segunda definirá o futuro dele, se na Europa ou aqui", declarou Otto.
Definição sobre futuro de Maxi López fica para terça
Grêmio já depositou em juízo 1,5 milhão de euros ao FC Moscou