Fegarucci não escondeu a pequeneza de seu time, de forma que seu estádio sequer terá condições de receber a partida contra o Grêmio. “Devemos mandar o jogo para o estádio Centenário”, revelou. “Não temos muita torcida, mas queremos que muitos torcedores de outras equipes venham”, projetou.
Segundo ele, a principal forma do Liverpool se manter é a formação de jogadores. O orgulho do dirigente é o lateral do Porto e da seleção uruguaia, Jorge Fucile, criado nas categorias de base.
“Equipe aguerrida”
Para enfrentar o Grêmio, Fegarucci prometeu uma equipe “ordenada e aguerrida”. Lembrou, ainda, que apesar das desvantagens financeiras, o Liverpool empatou com o Nacional e venceu o Peñarol, os dois grandes do Uruguai, no último campeonato do país.
Ele projetou uma boa apresentação em Montevidéu para tentar administrar em Porto Alegre. Citou o Maracanazzo como exemplo do fenômeno que espera presenciar contra um time muito superior: “Se o futebol fosse assim, o Uruguai nunca poderia ter sido campeão no Maracanã lotado”.