"Apesar de terem problemas financeiros como nós, os brasileiros tem um poderio econômico muito maior que os nossos clubes uruguaios", analisou Olmos. "As principais receitas aqui são as transferências, mas são transações internacionais importantes, como esta do Coates, e para o Nacional é essencial obter um bom valor", afirmou o dirigente.
Olmos destacou que o Nacional tenta ajudar na evolução da carreira do seu zagueiro e que, por isso, não descarta cedê-lo a um clube brasileiro como vitrine. "Pensamos sim num empréstimo, se for ajudar a valorizar o jogador, mas no caso de chegar uma oferta definitiva e uma comissão de destaque, vamos ter de contemplar isso", argumentou Olmos.
"De qualquer forma, não queremos travar o desenvolvimento do jogador e precisamos do dinheiro da transferência", ponderou o vice-presidente do Nacional. O representante de Coates, Matias Pittini, havia dito que seria bom para o atleta disputar a Libertadores com o Grêmio.