Inicialmente, o clube paulista fez uma proposta de R$ 2 milhões, recusada pelo Tricolor gaúcho. O Grêmio pediu o zagueiro Wallace, mas o técnico Tite barrou uma negociação. Os números finais da resposta corintiana teriam ficado em R$ 3 milhões.
Destaque do Corinthians no título da Copa do Brasil, em 2009, Douglas foi contratado na temporada seguinte para ser o maestro da meia-cancha gremista. Consolidou-se como titular desde o início, tendo lugar cativo nas escalações de cinco treinadores diferentes, de Silas, passando por Renato, Celso Roth, Julinho Camargo até chegar a Caio Júnior.
A longa permanência no time principal, contudo, não era imune a críticas, principalmente à sua disposição em campo em muitos jogos. Enquanto a contribuição técnica raramente foi posta em dúvida, muitas vezes Douglas foi vaiada pela torcida por não "correr" ou se entregar como deveria, deixando os companheiros de time sem ajuda quando a bola não esta em seu pé.
Mesmo assim, foi essencial nas duas arrancadas do Grêmio em 2010 e 2011. Em ambas as ocasiões, trocas de treinadores (de Silas para Renato e de Renato para Roth) pareceram incendiar o futebol do meia, que liderou o time em sequências de vitórias que, na primeira ocasião levaram o Tricolor à Libertadore e, na segunda, garantiram distância para a zona do rebaixamento após meses desconfortáveis nas últimas colocações do Brasileiro. Título, porém, colocou a faixa apenas pelo Gauchão de 2010.