“Não costumo me meter nesse tipo de coisa. Claro que se ele me pedir uma opinião, vou tentar ajudá-lo. Peço que tenham paciência com ele lá no Santos, pois o Ganso tem uma grande história no clube e é uma tremenda injustiça chamá-lo de mercenário”, enfatizou o camisa 7 gremista.
Assim como Ganso, os últimos meses de Elano no Santos foram delicados. As críticas da torcida recaíram sobre o desempenho do meia, que chegou a ser afastado do grupo principal. “Tive uma história no Santos que jamais será apagada. Mas acho que o importante é ressaltar as portas que o Grêmio me abriu e tenho que valorizar o meu bom momento. Quando cheguei aqui, disse que estava com o coração limpo e tenho feito as coisas desta forma”, comentou.