“Algumas vezes se fica preso a números, mas tem momentos em que o esquema é quebrado.Em alguns momentos do jogo você se defende com duas linhas de quatro ou no 4-1-4-1. Dependendo da necessidade, vira até um 4-3-3. Gosto do 4-2-3-1, mas isso não quer dizer que ficaremos presos a ele durante toda a temporada. Os jogadores têm postura táticas interessantes. A gente vai buscar ter uma equipe competitiva, que busca resultados e marque muito bem independente do esquema”, declarou.
Sobre o método de treinamentos, Enderson revelou não ser favorável a muitos treinos coletivos. O técnico tricolor acredita que trabalhar as repetições das situações de jogo traz mais resultados que o simples enfrentamento de um time contra o outro.
“Eu joguei futebol somente nas categorias de base. Na minha época era muito comum coletivo duas vezes por semana. O futebol tem evoluído muito e a gente sabe que coletivo é mais um jogo e cria um desgaste enorme. Então queremos colocar situações que possam aparecer mais de forma repetitiva. Não que eu não faça treinos de 11 contra 11, mas prefiro fazer mais fragmentado. São criadas situações para desenvolver aspectos que considero importantes”, avaliou.