O uruguaio de 23 anos esperava um campo de jogo melhor do que o visto no reconhecimento do gramado nesta quarta-feira. O trabalho, inclusive, deu indícios de que ele pode começar a partida, embora a tendência seja que o trio de volantes com Edinho, Ramiro e Riveros seja mantido. A pressão, garante, não será problema.
“Falei um pouco que vai ser um jogo difícil. Jogar aqui no Uruguai é complicado, eles têm muita raça, sempre deixam tudo em campo. Eles têm uma torcida grande, ajuda muito o time. Mas o Grêmio está preparado para fazer uma boa partida aqui. O Grêmio está acostumado a jogar assim”, comentou o jogador em entrevista coletiva.
“Ele (Maxi) conversou bastante, falou da dificuldade de jogar aqui. Que eles vêm firme, vêm para matar a jogada. Jogam pelo prato de comida. Temos que ficar esperto, precisamos jogar firmes também”, relatou Rhodolfo, sobre as dicas do uruguaio.
Além de jogar em seu país de origem, Maxi também poderá atuar aos olhos da família. O pai, Mário, estará no Parque Central para assistir ao jogo e apoiá-lo. “É especial. Falei ontem com a família, acho que vou estar tranquilo com eles assistindo ao jogo. Vou ficar feliz. Acreditava que estaria um pouco melhor (gramado), mas é uma partida de Libertadores e vai ser importante ganhar aqui”, destacou Maxi.
O Tricolor fará seu primeiro jogo nesta quinta com a provável escalação de Marcelo Grohe; Pará, Werley, Rhodolfo e Wendell; Edinho (Maxi), Ramiro, Riveros, Zé Roberto e Luan; Barcos.