O exame realizado nessa quinta-feira em Barcos novamente não apontou fissura. As dores, no entanto, seguem. O Pirata vem treinando e jogando à base de analgésicos, aplicados em forma de injeção no local. E será assim pelas próximas semanas. "Nesses casos, a cura é só com repouso, analgésico e o tempo. A recuperação é muito individual. Pode levar duas, três, quatro semanas", aponta o diretor médico Saul Berdichevski.
Até para preservá-lo, o centroavante deve ficar fora do jogo pelo Gauchão. O problema tem atrapalhado Barcos em campo. Com receio do choque, o argentino não consegue repetir as boas atuações. "Estou com muita raiva, pois a dor não me deixa jogar normalmente. Trato, trato e não melhora. Estou preocupado. Tenho de me proteger, evitar choques para não agravar. Não tenho liberdade para jogar, estou com medo", disse o Pirata após enfrentar o Fluminense.