“É como o professor disse: o ano tem quase 80 jogos. É impossível aguentar todos esses jogos, então ele vai precisar muito dos que estão na reserva”, argumentou o jogador. “Temos que mostrar nosso potencial e mostrar para o professor que estamos em condições.”
E não apenas com a atuação que Everaldo plajena chamar a atenção do treinador. Ele também trabalha critérios específicos: “Eu treino bastante a cobrança de falta. Felizmente tenho um aproveitamento muito bom”, destacou. “Tenho tanto a bola colocada quanto a forte. É um diferencial para que no jogo, se precisar e eu estiver presente, a gente aproveitar as oportunidades.”