“A gente sabia que seria um jogo difícil, tentou girar bola, girar a bola, mas não conseguimos o gol. Faltou um drible, uma jogada de efeito. Mas não temos jogador com essa característica em nosso elenco. Hoje, o Zé Roberto faria a diferença, porque tem essa técnica”, avaliou o treinador.
Luxemburgo afirmou que o Tricolor foi superior ao Palmeiras nos 90 minutos, e teve domínio do confronto. “Tivemos posse de bola, domínio do jogo e o Palmeiras jogou por uma bola, que era nas faltas e no contragolpe. O Grêmio não jogou mal. Tentamos por um lado e por outro. Sabia que o Felipão ia se fechar muito”, afirmou o técnico, lamentando o primeiro gol sofrido de contra-ataque: “Tivemos a infelicidade de perder uma bola. O Rondinelly tentou chutar mas não acertou. Só que não podemos crucificar ninguém. Foi uma fatalidade e depois o time sofreu outro por estar nervoso”.
As derrotas servem como lição para as partidas futuras da equipe. Luxa disse que esse tropeço não pode desfazer o trabalho que tem sido construído pela comissão técnica. “O Grêmio está no caminho certo. As contratações que fizemos, nosso planejamento. O trabalho não acaba. Tem uma derrota no caminho. O Grêmio não pode jogar um trabalho fora por causa de uma derrota. A vida continua e tem que interpretar um tropeço”, finalizou.