Giuliano explicou que aprendeu muito com os três anos que passou na Ucrânia. "Fui para lá e entrei de cabeça na cultura do país. Adquiri muito conhecimento tático e acho que melhorei como homem e como pessoa", acrescentou.
Giuliano garantiu que a ofensividade de outros tempos não foi esquecida. O crescimento físico e tático deu ao meia suporte suficiente para abandonar de vez a condição de talismã. "Procuro ser ofensivo, mas ajudo muito na criação. Eu me sinto pronto para jogar, mas ainda preciso conhecer o treinador e descobrir as características da equipe.