O Fortaleza ficou na bronca com a arbitragem no empate com o Grêmio por 2 a 2, na Arena Castelão, no último domingo. O Leão do Pici reclama de um possível pênalti, de Kannemann em cima de Gaston Ávila, que não foi marcado pelo árbitro Jefferson Ferreira de Moraes no segundo tempo. O lance também não foi visto como falta pelo VAR.
“No segundo tempo, após cobrança de escanteio, o zagueiro Kannemann, do Grêmio, desferiu um forte golpe no rosto do atleta Gaston Ávila, dentro da área, de forma claríssima. A infração gravíssima, flagrada pelas imagens e câmeras, configura-se como pênalti indiscutível, conforme interpretação vigente das regras do futebol, e requereria a consequente expulsão do defensor gremista”, diz parte da nota oficial divulgada na manhã desta segunda-feira.
Com o resultado, o Tricolor chegou aos 40 pontos e segue na 14ª colocação na tabela do Brasileirão. Já o Fortaleza chegou aos 30 pontos e está na 19ª colocação, com cada vez mais chance de jogar a Série B em 2026.
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Confira, abaixo, a nota oficial na íntegra:
“O Fortaleza Esporte Clube vem a público manifestar sua profunda indignação diante de um lance ocorrido na partida do último domingo (9), contra a equipe do Grêmio.
No segundo tempo, após cobrança de escanteio, o zagueiro Kannemann, do Grêmio, desferiu um forte golpe no rosto do atleta Gaston Ávila, dentro da área, de forma claríssima. A infração gravíssima, flagrada pelas imagens e câmeras, configura-se como pênalti indiscutível, conforme interpretação vigente das regras do futebol, e requereria a consequente expulsão do defensor gremista.
Causa perplexidade o fato de o VAR sequer ter chamado o árbitro de campo para revisão do lance. Tal omissão compromete e interfere diretamente no resultado da partida, prejudicando o Fortaleza Esporte Clube.
Nesta segunda-feira (10), o Clube levará o caso à reunião do GT da Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), exigindo esclarecimentos formais e providências cabíveis.
Marcelo Cunha da Paz, CEO do Fortaleza EC SAF
Fortaleza, 10 de novembro de 2025”