De acordo com o comandante do 1º Batalhão de Operações Especiais da Brigada Militar, tenente coronel Kleber Goulart, cinco homens foram retirados da Arena por conta da briga. O oficial acredita que a briga pode ter iniciado por um confronto por liderança interna do grupo.
“Não são todos os torcedores da Geral. São indivíduos, que nós sabemos quem são. São ‘antigos clientes’ nossos, que costumeiramente têm esse confronto com a Brigada Militar”, afirmou Goulart. Conforme ele, uma torcida organizada do Grêmio pediu escolta após ameaças de integrantes da Geral.
O policial acredita que a confusão irá influenciar na decisão sobre a colocação ou não de cadeiras no setor, que gerou uma polêmica na semana passada. Ele frisou que há apenas uma liberação provisória – para a inauguração e o jogo contra a pobreza, daqui a dez dias. “Acredito que tudo vai ser levado em conta e rever se vai continuar com o mesmo modelo ou não.”
Leia a nota na íntegra:
Nada dói mais que ver todo estadio vaiando quem mais apoia; Nada dói mais que ver colegas do Grêmio se degladiando frente ao dia histórico para o Clube. Somos humanos, ERRAMOS, e devemos a toda nação Tricolor, e a nossa nova casa, um pedido de perdão.
Dirigentes erram, jogadores erram, a torcida também. E erramos, assumimos o erro e pedimos perdão a toda torcida do Grêmio, a quem assistia ao espetáculo e a nossa nova casa.
Surge frente aos nosso olhos, uma nova era. Uma era de conquistas e glórias, porém, é com o velho sentimento que vamos seguir apoiando o Grêmio. Independe de qualquer coisa, independente de qualquer situação, seguiremos junto a este que é a maior das nossas razoes de viver.
Seguiremos junto ao Grêmio, SEMPRE.