No final de semana, o meia começou a partida exercendo uma função de volante. Nada diferente do que já chegou a desempenhar na Ucrânia. “É um terceiro homem do meio. No Dnipro, atuei muitas vezes como segundo volante. Estou acostumado”, relata Giuliano.
Outra mudança de Felipão foi a fixação de Ramiro como o primeiro homem do meio-campo. Desde que se firmou nos profissionais, atuava mais avançado, com liberdade para avançar. Foi assim, por exemplo, na estreia da Libertadores, quando construiu com Riveros a jogada que culminou no gol do paraguaio na vitória por 1 a 0 sobre o Nacional. “Quando cheguei no Grêmio, no sub-20, atuei assim. Minha estreia, contra o Criciúma, também foi nessa posição”, destaca.