Alvo de polêmicas, a instalação ou não de cadeiras no setor da Geral é algo incerto no momento. “O Grêmio contratou a OAS para receber um estádio no padrão Fifa, ou seja, com 100% de cadeiras. Na Geral, as cadeiras seriam removíveis, para que o espaço seja aberto em jogos que não exijam padrão Fifa”, afirma o integrante do Conselho de Administração do Grêmio Adalberto Preis.
“A área está momentaneamente fechada. Não tenho a informação de como ficará a partir do jogo contra o Huachipato”, complementa Preis, que ressalta que o Grêmio almeja a manutenção de um setor com preços mais acessíveis na Arena, o que é o caso da Geral.
Hein: “Grêmio cumprirá seu contrato”
Para o também integrante do Conselho de Administração do Grêmio Nestor Hein, “o Grêmio irá cumprir seu contrato”. Cumprir contrato significa atuar na Arena, mesmo com o imbróglio extracampo. Ele lembra que o primeiro prazo de entrega da Arena ao Grêmio é 30 de março. Nesta data, o clube entrega o Olímpico à construtora.
Salientando que a decisão do problema que envolve a Geral passa por um entendimento entre representantes da Arena Porto-Alegrense e órgãos de segurança, ele não acredita em uma solução em breve para a Geral: “Vai ficar interditado por muito tempo, até que se tenha segurança, com ou sem cadeiras”.