As garantias bancárias são o principal entrave que brecam a saída de Rhodolfo neste momento. O Grêmio só aceita liberar o seu zagueiro titular e capitão resguardado de que irá receber toda a quantia oferecida pelo Besiktas.
A fama de maus pagadores dos clubes turcos é grande. Em muitas ocasiões — na maioria das vezes até —, os vendedores precisam acionar a Fifa para receber. Por isso, tornou-se praxe exigir garantias bancárias em qualquer negociação com equipes do país. A direção gremista fez isso na ida de Alex Telles para o Galatasaray e repete a tática agora. Com as garantias na mão, caso o Besiktas não arque com o combinado, pode-se ir ao banco que forneceu a proteção e receber o valor devido sem problemas.
Mesma que a proposta não seja boa para o Tricolor, em torno de R$ 7 milhões pelos 50% que detém do jogador, ficou difícil competir com os turcos pelo tamanho da oferta para o defensor. Rhodolfo receberá na Turquia três vezes mais do que em Porto Alegre, livre de impostos.
Embora admita o interesse por de clubes estrangeiros pelo zagueiro, o diretor de futebol Rui Costa nega que o atleta não esteja atuando por causa da negociação. "Rhodolfo está há 10 dias sem treinar, fazendo um trabalho de recuperação. Houve uma manifestação do nosso médico (Márcio Bolzoni) dizendo que ele estava liberado do departamento médico e, logicamente, isso requer uma transição. Não tem nada a ver com qualquer negociação, não tem nada a ver com a postura do atleta", afirmou em entrevista para Rádio Guaíba.
Grêmio aguarda garantias bancárias para liberar Rhodolfo
Fama de maus pagadores dos clubes turcos é grande