“Não dei nome de ninguém para contratar. Estou primeiro olhando o projeto da base junto com o profissional. Se temos alguém que possa render nos próximos três ou quatro meses, vamos ver. O Maxi está saindo também para poder jogar. Ele jogando e nós usando o Leandro (Canhoto, jovem da base) nos treinos ganhamos em duas frentes. No ano que vem posso ver o que fazer. Temos mais quatro ou cinco jogadores que a gente pode liberar tendo equipe interessada. Temos 32 no grupo, mas se chegarmos a 24 ou 25 será ótimo”, declarou o treinador.
“Como se pode fazer um treino coletivo com 30 e poucos jogadores para treinar? Não dá. Quando se tem 24 ou 25, ótimo. Senão você tem que fazer um treino de 40 minutos, depois colocas seis ou sete que estava fora. Eu não gosto disso e já falei para a direção e para os jogadores. Cada um tem que saber o que é melhor para si. Se o jogador acha que treinar alguns minutos é bom, eu não concordo. Acho que jogar no Novo Hamburgo ou no Caxias é melhor”, afirmou.
O assessor de futebol Marcos Chitolina destacou que jogadores do Grêmio têm despertado interesse de outros clubes e que a prioridade é emprestar os jovens para que possam ganhar experiência. “Desde que o Felipão chegou nos falou que pretende trabalhar com menos de 30 atletas. Estamos trabalhando para isso. Já saíram o Busatto, o Maxi. Queremos emprestá-los para que ganhem mais experiência em outros clubes. Temos conversado com os procuradores e todo mundo pensa da mesma forma, atleta tem que jogar e ser valorizado. O Jonas uns anos atrás foi emprestado para a Portuguesa, voltou ao Grêmio e hoje está bem na Europa. Isso ocorreu porque teve essa saída para ganhar experiência”, declarou à Rádio Guaíba.