"Sou a favor de um time compactado com uma estrutura defensiva boa. Mas isso sem renunciar à possibilidade de atacar", destacou o dirigente. "Não adianta botar 10 zagueiros pois aí a gente vai perder o jogo", salientou.
Para Vicente Martins, cabe ao técnico Renato Portaluppi encontrar um equação, mesmo com os desfalques, para chegar a um bom resultado. "Tem que ter equilíbrio, bastante trabalho defensivo com saída de jogo. Além de elementos para reter a bola no ataque", avaliou.
O diretor de futebol acredita que, apesar da ausência do capitão Fábio Rochemback, a equipe tem três meias que podem executar ambas as funções. "Marquinhos, Lúcio e Douglas têm a capacidade de armar o jogo, mas também de marcar. Lúcio tem origem na lateral e o Marquinhos uma capacidade efetiva, o Douglas um pouco menos", analisou.
"Ainda assim, se a defesa não pegar, eles não terão a liberdade de fazer tudo da sua capacidade", explicou Vicente Martins. "Eles têm conclusão de média distância e penetração na área. O Lúcio menos, mas Douglas e Marquinhos são meias atacantes que chegam bem."
