Oficial, com papel timbrado, ainda não chegou nenhuma proposta ao Grêmio por Rhodolfo. Através dos representantes do zagueiro, no entanto, o clube sabe do interesse concreto de turcos e franceses no seu capitão. A direção, agora, arma um contra-ataque para mantê-lo. Oferecer uma melhoria do atual contrato é uma possibilidade para incentivá-lo a rechaçar as tentadoras ofertas europeias.
Da Turquia, por meio do Besiktas, a sondagem alcança 4 milhões de euros, mais de R$ 14 milhões. Da França, possivelmente do Nancy, seria menor, de 3 milhões de euros, cerca de R$ 10,7 milhões. Ao Grêmio, não é nada atrativo o negócio, afinal, teria direito a apenas 50%. O São Paulo é o dono da outra metade. Ao atleta, por outro lado, os valores garantem a famosa independência financeira. A maior ameaça é mesmo turca.
“Não temos interesse em nos desfazer dele neste momento”, garante Romildo Bolzan Júnior. O problema é que os números oferecidos balançaram o defensor. Tende a ser cada vez mais difícil que surja outro negócio da Europa. “Isso é um fato que foge à nossa capacidade. Se aparecer uma oferta concreta, vamos analisar, mas é ruim porque ele é um jogador muito importante na equipe”, acrescenta o presidente.
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